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segunda-feira, 30 de março de 2015

Morro do Urubu: memórias de um ambientalista candango

Minha primeira aventura ambientalista, aos 20 anos, foi fotografar um cactus raro do cerrado que está presente no morro do Urubu na serra da Cafuringa. Veja a reportágem do DF-TV sobre o lugar:

http://globotv.globo.com/rede-globo/dftv-1a-edicao/t/edicoes/v/morro-do-urubu-e-ideal-para-praticar-escalada/4032534/

sábado, 28 de março de 2015

Tempo é Commons (Raduan Nassar, Lavoura Arcaica)

"O tempo é o maior tesouro de que o homem pode dispor. Embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento. Sem medida que o conheça, o tempo é o nosso bem de maior grandeza. Não tem começo, não tem fim. Rico não é o homem que coleciona e se pesa num amontoado de moedas nem aquele devasso que se estende mãos e braços em terras largas. Rico é só o homem que aprendeu piedoso a conviver com o tempo aproximando se dele com ternura, não se rebelando contra o seu curso brindando antes com sabedoria para receber os favores e não sua ira. O equilíbrio da vida esta essencialmente nesse bem supremo e quem souber com acerto a quantidade de vagar ou de espera que se deve por nas coisas não corre nunca o risco ao buscar por elas e defrontar-se com o que não é pois só a justa medida do tempo dá a justa natureza das coisas"

Ladislau Dowbor: O direito ao ódio parece superar todos os outros (Maria Frô)

http://www.revistaforum.com.br/mariafro/2015/03/27/ladislau-dowbor-o-direito-ao-odio-parece-superar-todos-os-outros/

quinta-feira, 26 de março de 2015

segunda-feira, 23 de março de 2015

Geografia Agrária da Crise dos Alimentos no Brasil (Carlos Eduardo Porto Gonçalves)

http://www.geografia.fflch.usp.br/graduacao/apoio/Apoio/Apoio_Marta/2010/FLG0566/Porto-Gon%C3%BEalves_e_Alentejano.pdf

Fome: o ingênuo otimismo da ONU

http://outraspalavras.net/posts/fome-o-ingenuo-otimismo-da-onu/

Jean Ziegler: Destruição massiva e Geopolítica da fome

https://florestasdofuturo.files.wordpress.com/2013/06/geopolitica-da-fome.pdf

Conhecer e comer: caminhos para redescobrir a comida de verdade

Conhecer e comer: caminhos para redescobrir a comida de verdade

Perspectiva do Guia Alimentar para a População Brasileira


Data: 24/03/2015
Horário: 8h30 às 18h00
Local: Auditório Roxinho do Centro de Ciências de Matemática e da Natureza (CCMN) - UFRJ

Programação
8h30 – inscrições e abertura
Professora Glória Valéria da Veiga – Diretora do Instituto de Nutrição Josué de Castro
Professor Mércio Gomes – Coordenador do HCTE

9h30 às 10h30 – Conferência com o Professor Carlos Augusto Monteiro (Nupens/USP)

10h30 às 11h10 – Conferência com Maria Emília Lisboa Pacheco (Consea Nacional)

11h10 às 12h30 – Painel 1: Alimentos ultraprocessados, conveniência para quem?
Princípio 1 (Guia alimentar): Alimentação é mais do que ingestão de nutrientes.

Convidados: Professoras Cláudia Olsieski (Nutrição/Estácio de Sá), Giane Moliari (Nutrição/UniRio) e Inês Rugani (Nutrição/UERJ)
Mediador: Professor Alexandre Brasil (NUTES/UFRJ)
Abordagem: Breve panorama sobre a industrialização dos alimentos até chegar aos ultraprocessados, com alto teor publicitário. O livro Food Politics, de Marion Nestlé, é esclarecedor ao demonstrar como a agroindústria, por meio do marketing, atuou para estimular o consumo de nutrientes ao invés de alimentos. Compreensão dos obstáculos (Guia Alimentar): Publicidade infantil
Palavras-chaves: Conhecer e comer

12h30 às 12h40 - Mensagem de Michael Pollan.

12h40 às 14h30 – Almoço + visita às salas temáticas + feira agroecológica

14h30 às 15h30 – Painel 2:  Soberania Alimentar, soberania consumidora e cidadã
Princípio 4 (Guia alimentar): Diferentes saberes geram o conhecimento.
Convidados: Dra. Daniela Sanches Frozi (FIOCRUZ/DF PALIN), Professora Luciene Burlandy (Faculdade de Nutrição/UFF) e Representante do Ministério da Saúde.
Mediador: Professor Renato Maluf (CPDA-UFRRJ)
Abordagem: Segurança e Soberania Alimentar; Políticas para ampliação de escolhas alimentares; desenvolvimento de estratégias e ações intersetoriais para Educação Alimentar e Nutricional.
Compreensão dos obstáculos (Guia Alimentar): Conceder maior valor ao processo de adquirir, preparar e consumir alimentos.
Palavras-chave: Confiança, cuidado

15h30 às 15h40 – Mensagem de Marion Nestle

15h40 às 16h00 - INTERVALO

16h00 às 16h30 – Bate-papo: Todos podem e devem cozinhar
Convidada: Regina Tchelly (Favela Orgânica)
Princípio 5 (Guia alimentar): Guias alimentares ampliam a autonomia nas escolhas alimentares.
Abordagem: A habilidade culinária ganha destaque no Guia como uma das possibilidades para vencer os obstáculos à alimentação saudável. Regina irá compartilhar como a cozinha transformou a sua vida. Também irá sugerir ideias de como desenvolver essa habilidade e apresentar seus estudos com aproveitamento integral de alimentos.
Palavras-chaves: Cozinhar, Carinho

16h30 às 17h15 – Palestra: Descolonização da cultura alimentar
Palestrante: Professor Carlos Walter Porto-Gonçalves (Departamento de Geografia/ UFF)
Princípio 3 (Guia Alimentar): Alimentação adequada e saudável deriva de sistema alimentar social e ambientalmente sustentável.
Abordagem: O conceito de sistema-mundo moderno colonial, a colonização do poder e o modo de produção de conhecimento. O que significa a descolonização do saber? Quais os caminhos para uma ecologia dos saberes?
Compreensão dos obstáculos (Guia Alimentar): Reflexão sobre a importância que a alimentação tem ou pode ter para suas vidas.

17h15 às 18h00 – Encerramento e encaminhamentos
Professor Carlos Augusto Monteiro (Nupens/USP)
Representante do Ministério da Saúde
Princípio 2 (Guia Alimentar): Recomendações alimentares devem estar em sintonia com o seu tempo.
Abordagem: vivemos a Era dos Ultraprocessados, alimentos com alto teor de publicidade, conveniência, fabricados com excesso de sal, açúcar e gordura. Daí, importância de CONHECER! Conhecer para comer. Conhecer para Contestar; Conhecer para des-Colonizar o Conhecimento; Conhecer para reivindicar Cultura; Conhecer para Cuidar da saúde e do ambiente; Conhecer para Cozinhar; Conhecer para exercer Cidadania.

Realização e organização:                                                              
Este evento é realizado e organizado pelo Programa de História das Ciências, das Técnicas e Epistemologia (HCTE) e pelo Instituto de Nutrição Josué de Castro (INJC), ambos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Coordenação executiva
Glória Valéria da Veiga – diretora do INJC/UFRJ
Mércio Gomes - coordenador do HCTE/UFRJ
Comissão organizadora
Ana Luisa Kremer Faller (INJC)
Gabriel Fernandes (HCTE)
Jean Phillipe Lafond (HCTE)
José Carlos de Oliveira (HCTE)
Juliana Dias (HCTE)
Letícia Tavares (INJC)
Mónica Chiffoleau (HCTE)
Roberta Castro (HCTE)
Taís de Souza Lopes (INJC)
Valéria Caselato (INJC)

Serviço
Evento: Conhecer e comer: caminhos para redescobrir a comida de verdade – perspectiva do Guia Alimentar para a População Brasileira
Data: 24/03/2015
Horário: 8h30 às 18h00
Local: Auditório Roxinho do Centro de Ciências de Matemática e da Natureza (CCMN)
Endereço: Av. Athos da Silveira Ramos, 274 - Cidade Universitária, Rio de Janeiro - RJ.
Inscrições:  o evento é gratuito, mas é necessário fazer inscrição prévia pelo e-mail hcte@ufrj.br ou através do telefone 3938-9493
Informações: http://www.hcte.ufrj.br/ e http://www.nutricao.ufrj.br/index.htm

domingo, 22 de março de 2015

Otimismo Ecológico ou "Nossa Senhora das Vagas"

Segundo algunas cientistas integrantes do Painel de Mudanças Climáticas da ONU, já teria passado o ponto de retorno das catastrofes ecológicas que nos esperam a frente, e no curto prazo. Continua...

La Macaxerie

Ao lado de minha casa abriu-se uma nova padaria. Uma padaria francesa, uma Boulangerie. Como havia escrito em outro post do blog, o trigo chega ao Brasil na década de 20 do século passado, mesmo não sendo totalmente digerível pelos Brasileiros, e demais habitantes do sul do planeta. Outro aspecto dessa dificuldade de adaptação do trigo ao ambiente tropical e sub-tropical é que o melhoramenteo genético tradicional que garantiu a geração de plantas mais resistentes aos condições do sul do planeta aumentou seu conteúdo de gluten, proteina do grão de trigo que se acumula no trato intestinal ocasianando o mal funcionamento do orgão.

Ao passar em frente a nova padaria imaginei que poderiamos ter uma "La Macaxerie", que seria como uma padaria de produtos alimentícios derivados da mandioca, ou macaxeira, em sua denominação mais comum na região nordeste do Brasil. Toda a culinária da mandioca seria servida: bolos, doces, tapiocas, pães, beiju, farinha de puba com os mais diferentes recheios e coberturas. A mandioca fornece um carboidrato de fácil digestibilidade e rico em vitamina C. È uma planta adaptada a diferentes tipos de solos, rústica e de boa produtividade, baixa demanda hídrica e resistente á pragas.

La Macaxerie se disseminaria rapidamente pelo Brasil e pelo mundo. Isso faria justiça a riqueza da cultura alimentar da nossa Macaxeira.

p.s: uma filial em Paris seria natural..


segunda-feira, 16 de março de 2015

IPAM participa do 'Sexta com Debate' do MDS sobre Bolsa Verde, Bolsa Floresta e pagamentos por serviços ambientais

IPAM participa do 'Sexta com Debate' do MDS sobre Bolsa Verde, Bolsa Floresta e pagamentos por serviços ambientais

O Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome promoveu na última sexta-feira, 14, um debate sobre Bolsa Verde e Bolsa Floresta com o consultor ambiental Osmar Coelho Filho, especialista em Agroecologia e Fellow, para a América do Sul, da ONG Youth for Environmental Sanity.
O Sexta com Debate é realizado quinzenalmente, com apresentações relacionadas aos temas de interesse para as políticas de desenvolvimento social e combate à fome. O tema da apresentação foi “Bolsa Floresta, Bolsa Verde: da transferência de renda à produção de serviços ambientais”,onde o palestrante apresentou seus estudos sobre os mecanismos de transferência de renda com enfoque na redução do desmatamento na Amazônia e algumas experiências que estudou em sua pesquisa.
O IPAM, por meio do projeto Assentamentos Sustentáveis, tem uma iniciativa de pagamentos por serviços ambientais no Pará e participou do evento no intuito de discutir os mecanismos e modelos que utilizará ao efetuar o pagamento e como estes influenciam em outros programas de benefícios e transferência de renda, como o Bolsa Família e obter informações sobre experiências com essa ferramenta do REDD na Amazônia.
Segundo Osmar, um dos melhores modelos de PSA atualmente é o apresentado pelo estado do Acre, que categoriza os produtores de acordo com vários critérios e realiza o pagamento dos serviços de acordo com essas categorias, pagando mais para quem presta mais serviços. Ele também falou da importância do fortalecimento dos mecanismos de gestão dentro das comunidades e assentamentos por meio de associações, que é um dos critérios das bolsas em questão, e da importância de tornar essas famílias autônomas e capazes de gerir seus próprios recursos.
Funcionários do MMA e MDS participaram do evento e esclareceram que essas bolsas não possuem o intuito de ser um PSA e sim pretendem ser uma base de renda para os moradores das regiões de floresta, para que eles não precisem recorrer a esses recursos para obter renda.

sexta-feira, 6 de março de 2015

quarta-feira, 4 de março de 2015

A economia do Brasil pós-didatura: um resumo ou o sumo da crise atual (de Luis Nassif)

http://jornalggn.com.br/noticia/aguardando-o-senhor-crise

SLY & THE FAMILY STONE "Everyday People"

https://www.youtube.com/watch?v=YUUhDoCx8zc

Sometimes I'm right and I can be wrong
My own beliefs are in my song
The butcher, the banker, the drummer and then
Makes no difference what group I'm in
I am everyday people, yeah, yeah

There is a blue one
Who can't accept the green one
For living with a fat one
Trying to be a skinny one
Different strokes
For different folks

And so on and so on
And scooby dooby dooby
Oh sha sha
We got to live together

I am no better and neither are you
We are the same, whatever we do
You love me, you hate me, you know me and then
You can't figure out the bag I'm in
I am everyday people, yeah yeah

There is a long hair
That doesn't like the short hair
For being such a rich one
That will not help the poor one
Different strokes
For different folks

And so on and so on
And scooby dooby dooby
Oh sha sha
We got to live together

There is a yellow one
That won't accept the black one
That won't accept the red one
That won't accept the white one
Different strokes
For different folks

And so on and so on
And scooby dooby dooby
Oh sha sha
I am everyday people

Mercado Financeiro e os Commons