Pesquisar este blog

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Apocalipse ontem (Amartya Sen, economista indiano, Nobel de Economia)


Resenha do livro "Os Últimos Holocaustos Vitorianos" de Mike Davis 

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs0403200108.htm

Late Victorians Holocausts
464 págs., US$ 27
de Mike Davis. Ed. Verso (EUA)

A água e as cidades no Brasil

http://cosmopista.com/

Excelente blog de Daniel, que é arquiteto e estudou gestão da água urbana. Ele escreve de um modo sintético á respeito das conexões entre hidrologia, saneamento, uso do solo e crescimento das cidades.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Meio Ambiente e Alimentos

Essa é uma relação antiga. Tudo que nos alimenta vem do meio que nos circunda. É natural e está na cultura. O famoso mestre Pastinha da Bahia, grande capoeierista, dizia: "Capoeira é tudo que se come". Na capoeira , a roda antropofágica é um teatro dos desejos, dores, fugas e defesas. Ambiente é tudo que se come, eu poderia parafrasear o amigo de Jorge Amado. Mas essa história continua...

Tell EPA, protect farmworkers now!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Tecnologia reutiliza 95% da água desperdiçada no banho

Make the simple to be complex and creative: make the complex to be workable

I have been thinking for a long time that people and societies always look for simple things, simple statements, and explanations to deal with reality. Why? In truth, what is simple is complex but the problem is that when I make things simpler to deal with them I may deal wrongly with them. Reductions may take the best part of the problem resolution that is inside of the problem. The idea of this article ( this is just the beginning) is to open an overview of things to grasp the complexity before workable reductions. By doing so you will always remember how complex is your problem down the road when the uncertainties may materialize and appear.

Chocolate Noir: nutrição e charme ancestral

O cacau quando saiu do Mexico para as mesas Europeias atingiu todas as classes sociais, e era visto como um alimento energético e saboroso por todos. Foi um dos poucos alimentos que traziam os nobres para dentro da cozinha para experimentar e criar novos blends. O leite faz parte destas misturas, mas o ingrediente principal sempre foi o fruto do cacaueiro do novo mundo. Cada lugar na Europa tinha suas receitas favoritas: cacau com bebidas alcoolicas, com café, etc. O nome e a formulação original é mexicana, ou melhor, Azteca: Chocolatl.

As plantas de cacau são originárias do México? Não, elas são originárias da floresta Amazônica. Os Aztecas teriam vindo até a região para coletar suas sementes e plantas.  Na Amazônia maranhense, ou meio-oeste, era comum o consumo do suco do cacau e das amendoas mas não do chocolate, ou qualquer outra forma de preparo usando o cacau. No Brasil frutos como o Cupuaçu são primos do cacau e ocorrem na mesma região. 

Há pelo menos 4 correntes científicas que estudam essa origem  localizando-a no: Equador, Colombia, Peru e Brasil. As plantas e suas sementes poderiam ter sido transportados dos 4 lugares até a peninsula de Yacatan mas qual foi a principal rota? Interessante notar que a maior área produtora no Brasil está no estado da Bahia que fica na floresta atlântica que margeia o litoral, longe da floresta Amazônica.

Impresciona  a capacidade que o cacau tem de gerar identidades culturais nos os países que disputam sua origem. Além disso é um poderoso estimulante bioquímico (ver link abaixo).


http://foodrevolution.org/blog/chocolates-startling-health-benefits/

Água virtual: vendendo água na forma de alimentos


O que a estabilidade da região do Nilo tem haver como Brasil? Sem os alimentos brasileiros exportados para o Egito e vizinhos, a estabilidade da região estaria ameaçada devido aos conflitos por recusos hídricos. Ver o link abaixo:


http://www.unesco.org/new/es/natural-sciences/environment/water/wwap/facts-and-figures/all-facts-wwdr3/fact-25-virtual-water-flows/

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Novos trangênicos: a dinâmica de um erro tecnológico

Advoga-se a baixa toxidade do glifosato principal herbicida da Monsato que não mata a soja transgênica da Monsanto. Na Argentina viu-se que o solvente que diliu o glifosato leva à dimunição da biota do solo e da produtividade em torno de 7 a 10 % em relação a soja convencional. 

O que está em jogo é o custo total da operação e o surgimento de ervas resistentes, e agora infelizmente uma nova geração de transgenicos, que suporta sobreviver com ação de outros herbicidas é anunciada (ver link abaixo)


Resultado: grãos de soja entrando na cadeia alimentar ainda mais contaminados com residuos de herbicidas além dos efeitos frankenstein que estas plantas trazem: modificações moleculares ligadas à complexa e pouco conhecida expressão gênica quando adicionada de novos genes.


http://www.wired.com/2015/02/new-gmo-crop-controversy/?mbid=social_fb

Mercado Financeiro e os Commons