Aprende-se na escola que o Novo Mundo foi colonizado por hordas de europeus, fossem eles bárbaros ou, por outra, conquistadores destinados a catequizar os nativos da América.
Qualquer que tenha sido o início deste processo, ele se dividiria em: colonização de exploração (Brasil, Jamaica, Haiti, Bolívia, etc.) e colonização de povoamento (EUA, Canadá).
A primeira modalidade teve como objetivo principal a extração de riquezas naturais para serem trocadas por ouro e prata, a fim de satisfazer o metalismo do mercantilismo. O segundo tipo, por sua vez, tinha como meta assentar colônias de europeus para estabelecerem uma nova Europa no vasto continente americano (Norte, Centro e Sul).
Contudo, falta um terceiro apoio nesse banquinho de madeira da história, sem o qual ele não para em pé. Havia, e continua havendo, uma terceira modalidade: a colonização de resultados, que não visa estabelecer novos assentamentos humanos, mas sim criar mercados consumidores internos e externos, e obter mão de obra para a máquina econômica colonial.
Pavan Sudek, o grande economista indiano, diria que estes três modelos estão presentes em todos os lugares do Novo Mundo em maiores ou menores proporções.
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