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terça-feira, 28 de novembro de 2023

Ciência Ambiental (mas pode me chamar de resolução de conflitos)

Já dizia meu mestre de Capoeira: farinha pouca meu pirão primeiro. Com o clima do planeta adquirindo padrões mais caóticos, ou que fogem os padrões com os quais organizamos atividades humnas, econômicas, culturais e religiosas, há muito trabalho aos cientistas ambientais para prever impactos destas novas configurações climáticas, mas fundamentalmente para resolver conflitos atuais, e futuros, em relação ao uso, transformação, descarte, e reutilização de recursos naturais, e quem poderá utilizá-los, e quem ficará com as externalidades econômicas relativas ao uso da natureza. 

Porém, o que se entende como recursos naturais, e sua preservação, atende a diferentes percepções culturais, e sobretudo a interesses e objetivos materiais. O acesso aos bens naturais deveria ser universal a toda a humanidade, mas quais são as regras de acesso a este bens comuns a todos?

A sociedade estabelece premios materiais ou simbolicos para uma cadeia de valores a serem atingidos. Se gosto de alguem dou-lhe um presente de natal, e por ai vai. Se não gosto de alguem o privo de bens materiais. Há uma enorme diferença entre os que tem o direto ao acesso aos recursos naturais e aqueles que tem direito parcial. Noam Chomsky diz algo contundente: os diretos humanos não são universais mas usufruidos por aqueles com capitais financeiros acumulados, ou capacidades de gerar  capital novo. 

Na escala de valores da sociedade ataul, quem tem direitos humanos possui alguma forma de capital para transacionar (humano, social, tecnologico, cultural). Ou seja, se o acesso ao recursos naturais é um direito universal, como água e ar, e esse direito é regulado pelo gradiante de capitais que um indivíduo, comunidade, ou país dispõe varios classes de conflitos podem ser identificados entre os com e sem capital.


continua....

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