Bacana era aquele, que em suas férias cariocas avistava algum artista de novela. Era como existir em grande estilo: ter conhecido quem era conhecido por uma multitude de desconhecidos. Reclamar de algum conteudo da programação de um canal de TV era quase impossível. Vai ligar na Rede Globo? Em 1932, no livro "Adorável Mundo Novo" o escritor Aldous Huxley exercita uam afiada prospecção do futuro, mas não lembro de ter lido ali um cenário de futuro onde cad apessoa teria seu canal de televisão. Em 2024, uma nova categoria profissional se consolida: o influenciador digital. è como pensar num canal de TV da década de 80 onde uma pessoa define tudo. E perfil de alguma rede social possui milhões de seguidores estamos diante de um canal de TV com recursos e propaganda para montar sua programação. Nada do que aqui escrevo é novidade.
A novidade é que os canais ou perfis digitais reptem os comportamento das emissoras de TV. Críticos não são bem vindo, seguidores sim. Eu lembro que apesar de gostar de programas de TV, uns poucos confesso, não me percia como seguidor da Globo, ou da TV Manchete ou Bandeirante. Indo ao ponto ve-se que no passado e no atua presente as redes de comunicação social querem vender produtos e serviços. Filosoficamente, alguem poderia dizer que o liberalismo cumpriu sdua promessa, pelo menos em parte: se nem todo mundo pode ter suas empresas privada, todo mundo pode ter sua midia digital. Contudo, todas essas miriade d emidias e canais digitais, são controladas por pouquissimo mega canais de difusão: Google, Facebook, Amazon. O nível de concnetração de recursos financeiros e informação nestas quatro plataformas nunca acontecue na história da humanidade.
O proximo passo é dominar o harware da comunicação por satélites orbitais. Tudo parece ser extremamenete democráticomas é extremamente controlado. O campo eletromagnético para a transmissão das informações é um commons da humanidade, para todas as pessoas e não deveria ser pautados apenas pelas pessoas de TV.
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