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terça-feira, 21 de maio de 2024

Quando o "Leite" azeda é ruim para todos

Quando um jovem liderança partidária se resume a sua idade e um par de velhas ideias, todos perdeem. O debate público fica empobrecido, a ação pública fica débil. Nesse contexto, que não acontece apenas nessa situação dramática, na qual um estado brasileiro, é deixado de joelhos diante de uma anomalia climática. 

Eduardo Leite mesmo antes deste dilúvio gaúcho, que não pode ser separado da destruição da natureza do estado, derramou ideias antigas de um neoliberalismo de segunda para ser implementado nas populações do sul global. Mas Leite apenas dá voz, como representante político, de uma visão de mundo onde a primeira, a segunda, a terceira prioridade e a quarta atende pelo nome de "mercado". 

Havia muitas pautas para dar prioridade ao prioritário, em especial para as populações, que vivem mais proximas da combalida natureza gaúcha. Leite tem sido didático na insesibilidade com a dor dos gauchos. Pode continuar na política defendendo o mercado e seus donos, pode ser presidenciavel, tudo ainda é possível. 

Pobre Rio Grande do Sul do saudoso pensador da ecologia política José Lutzemberger, que muito nos ensinou sobre a ecologia do rincão gaúcho e a cultura do povo gaúcho.

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